Bula Acido Mefenamico ➜ 【outubro 2018】

Bula Acido Mefenamico

Bula Acido Mefenamico

Bula Acido Mefenamico

Apresentação de Acido Mefenamico

FORMA FARMACÊUTICA E APRESENTAÇÕES
Comprimidos de 500 mg: embalagens com 12 ou 24 comprimidos.
USO ADULTO E PEDIÁTRICO (ACIMA DE 14 ANOS) – USO ORAL
COMPOSIÇÃO
Cada comprimido contém:
ácido mefenâmico ………………………………………………………………………… 500 mg
excipiente q.s.p. ……………………………………………………………………… 1 comprimido
(amido, celulose microcristalina, óxido de ferro amarelo, dióxido de silício coloidal,
estearato de magnésio, laurilsulfato de sódio, povidona, vanilina).

Indicações de Acido Mefenamico

O ácido mefenâmico é indicado para:
1. Alívio sintomático de artrite reumatóide (inclusive doença de Still), osteoartrite e dor incluindo dor muscular, traumática e dentária, cefaléias de várias etiologias, dor pós-operatória e pós-parto.
2. Alívio sintomático da dismenorréia primária.
3. Menorragia por causas disfuncionais ou por uso de DIU (dispositivo intrauterino), tendo sido afastadas as demais causas de doença pélvica.
4. Síndrome pré-menstrual.

Contra-indicações de Acido Mefenamico

O ácido mefenâmico não deve ser utilizado por pacientes com história prévia de hipersensibilidade ao fármaco ou a qualquer componente da fórmula. Devido à possibilidade de sensibilidade cruzada com ácido acetilsalicílico ou outros antiinflamatórios não-esteróides (AINEs), o ácido mefenâmico não deve ser administrado a pacientes que apresentam sintomas de broncoespasmo, rinite alérgica ou urticária induzidos por estes medicamentos. Este medicamento é contra-indicado a pacientes com úlcera ativa ou inflamação crônica do trato
gastrintestinal superior ou inferior. Também deve ser evitado em pacientes com disfunção renal preexistente.

Interações medicamentosas de Acido Mefenamico

– anticoagulante: o ácido mefenâmico desloca a varfarina dos sítios de ligação à proteína e pode aumentar a resposta aos anticoagulantes orais. Portanto, a administração concomitante de ácido mefenâmico com fármacos anticoagulantes requer monitoração freqüente do tempo
de protrombina.
– lítio: antiinflamatórios não-esteróides (AINEs), incluindo ácido mefenâmico, produziram uma elevação do nível plasmático de lítio e uma redução no clearance renal de lítio. Sendo assim, quando ácido mefenâmico e lítio são co-administrados, os pacientes devem ser cuidadosamente observados com relação aos sinais de toxicidade por lítio.

Efeitos Colaterais de Acido Mefenamico

Os efeitos colaterais mais freqüentemente relatados, associados ao uso de ácido mefenâmico, referem-se ao trato gastrintestinal. A diarreia parece ser o efeito colateral mais comum; na maioria das vezes está relacionada à dose. Geralmente diminui com a redução da dose,
desaparecendo rapidamente ao término do tratamento. Alguns pacientes não estão aptos a continuarem o tratamento.
Os efeitos colaterais gastrintestinais mais comumente
relatados são: diarréia, náuseas com ou sem vômitos e dor abdominal.
Os efeitos colaterais gastrintestinais/hepatobiliares menos
freqüentes incluem: anorexia, pirose, flatulência, enterocolite, colite, esteatorréia, icterícia colestática, hepatite, pancreatite, síndrome hepatorrenal, toxicidade hepática leve, constipação e ulceração gástrica com ou sem hemorragia.
Distúrbios sangüíneos e linfáticos: anemia hemolítica auto-imune reversível com a descontinuação do medicamento, em casos em que o tratamento com ácido mefenâmico teve duração de 12 meses ou mais. Também foram observados casos de decréscimo do hematócrito,
leucopenia, eosinofilia, púrpura trombocitopênica, agranulocitose, pancitopenia, anemia aplástica e hipoplasia da medula óssea.
Distúrbios do sistema imunológico: anafilaxia.
Distúrbios metabólicos e nutricionais: intolerância à glicose em pacientes diabéticos, hiponatremia.
Distúrbios psiquiátricos: nervosismo.
Distúrbios do sistema nervoso: tontura, sonolência, cefaléia, visão turva, convulsões e insônia.
Distúrbios oculares: irritação ocular, perda reversível de visão das cores.
Distúrbios auditivos: otalgia.
Distúrbios cardíacos: palpitação.
Distúrbios vasculares: hipotensão.
Distúrbios respiratório, torácico e mediastinal: asma, dispnéia.
Distúrbios da pele e tecido subcutâneo: angioedema, edema da laringe, síndrome de Stevens-Johnson, síndrome de Lyell (necrólise epidérmica tóxica), eritema multiforme, sudorese, prurido, urticária, erupções cutâneas (rash) e edema de face.
Distúrbios renais: insuficiência renal, incluindo necrose papilar, hematúria, disúria. Testes Laboratoriais: o ácido mefenâmico pode produzir reação falsopositiva na pesquisa de compostos biliares na urina. Ao suspeitar-se de biliúria, devem ser realizados outros procedimentos diagnósticos, como o teste de Harrison.

Posologia de Acido Mefenamico

O ácido mefenâmico pode ser ingerido com alimentos em caso de desconforto gastrintestinal.
Dor Leve à Moderada / Artrite Reumatóide / Osteoartrite em adultos e pacientes pediátricos acima de 14 anos: a dose recomendada é de 500 mg, a cada 8 horas.
Dismenorréia: ácido mefenâmico comprimido de 500 mg, a cada 8 horas, administrado no início da dor menstrual e enquanto persistir a sintomatologia de acordo com o julgamento médico.
Menorragia: ácido mefenâmico comprimido de 500 mg, a cada 8 horas, administrado no início da menstruação e sintomatologia associada enquanto os sintomas persistirem e de acordo com o julgamento médico.
Síndrome Pré-Menstrual: ácido mefenâmico comprimido de 500 mg, a cada 8 horas, começando no início da sintomatologia e continuado até o término antecipado da mesma, de acordo com o julgamento médico.