Fratura de braço ou fratura do eixo do úmero

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Fraturas de braço são eventos traumáticos caracterizada pela interrupção parcial ou completa a continuidade do diaphysis do osso do úmero (úmero), definido proximal (superior) do cirúrgica do úmero e a porção distal (mais baixo) da região supracondiliana.

ETIOPATOGENIE

Fraturas do eixo do úmero representam aproximadamente 3% de todas as fraturas e 20% de fraturas de úmero.

As principais causas são os acidentes rodoviários, quedas ou de ataques. Foram realizados poucos estudos epidemiológicos sobre este tema, e os publicados mostra dados conflitantes em relação aos dados demográficos dos pacientes. Um estudo de 249 casos consecutivos de fraturas do úmero, ao longo de um período de 3 anos, revelou uma incidência de 60% da fratura do 1/3 médio do diaphysis, 30% no 1/3 proximal, 10%, respectivamente, na porção distal. Menos de 10% das fraturas foram abertos.

Observou-se uma distribuição bimodala com um pico na década de 3 de vida, onde as principais causas foram a agressão ou acidentes de trânsito, com predominenta homens e um segundo pico de maior amplitude, na 7ª década de vida, no caso das mulheres, atribuída a uma queda de mesmo nível no campo da osteoporose.

Sintomas de uma fratura de úmero são representados pela marcado edema do braço, o aparecimento de nódoas negras (hematomas), bem como a deformação do contorno do braço com a possibilidade de lesões de pele. Uma ferida no braço, o que está associado a sintomas acima, indicam a existência de fraturas abertas, que necessitam de tratamento cirúrgico de emergência.

Parestesias (formigueiros) que começam ao nível do braço e saem, em particular no lado exterior do antebraço, até os 3 primeiros dedos da mão, pode indicar a associação de um dano ao nervo radial, um sinal patognomônica sendo a incapacidade do paciente para fazer abductia (movimento de lateralitata) polegar ou maninii do lado afetado. Também, alterar a cor (inicialmente branco, manchado e final de cor escura) e a temperatura da pele do membro superior abaixo do nível da fratura, que indicam a associação de uma lesão vascular (artéria braquial). Assim, as complicações neurológicas e vasculares representa indicações do absoluto do tratamento cirúrgico de emergência.

Classificação AO/ASIF (Associação de ortopedia pediatria) divide as fraturas do eixo do úmero, da seguinte forma:

Tipo Um: Fraturas simples (sem fragmentos intermediário)

A1: Simples spiroide (no caso de localização em 1/3 distal, há o risco de lesão do nervo radial)

A2: Simples trajetória oblíqua curto

A3: caminhos Simples transversal.

Tipo B: Fraturas com fragmento intermediário “borboleta”

B1: Spiroide com fragmento intermediário (risco de lesão do nervo radial)

B2: Com o deslocamento do fragmento intermediário (geralmente instável)

B3: Cominutia (fraturamento) do fragmento intermediário (raro)