Bula Estreptoquinase Streptonase

Bula Atmos
abril 29, 2017
Bula Desonida
abril 29, 2017

Apresentação de Estreptoquinase Streptonase

USO ADULTO Pó liófilo injetável Administração endovenosa, infusão endovenosa Cartucho com 1 frasco-ampola nas apresentações de: 250.000 UI, 600.000 UI, 750.000 UI e 1.500.000 UI de estreptoquinase. Cada frasco-ampola contém: Estreptoquinase 250.000 UI, 600.000 UI, 750.000 UI e 1.500.000 UI Excipientes: Albumina humana a 20%, L-glutamato de sódio anidro, fosfato de sódio dibásico anidro, fosfato de sódio monobásico.
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Indicações de Estreptoquinase Streptonase

Tratamento de: – infarto agudo do miocárdio; – trombose venosa profunda; – embolia pulmonar; – trombose arterial periférica aguda ou subaguda; – doença arterial oclusiva crônica; – oclusão da artéria ou veia central da retina
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Contra-indicações de Estreptoquinase Streptonase

Streptonase é contra-indicado nos seguintes casos: hemorragia interna ativa; acidente vascular cerebral recente; cirurgia intracraniana ou intraespinhal; neoplasma intracraniano; neoplasma conhecido com risco de hemorragia; hipertensão grave incontrolável; distúrbios da coagulação incontroláveis; reações alérgicas prévias severas à estreptoquinase; pancreatite aguda; trauma craniano recente.
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Uso na gravidez de Estreptoquinase Streptonase

vide advertências
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Interações medicamentosas de Estreptoquinase Streptonase

Em geral, Streptonase não deve ser utilizado em pacientes que estejam sendo tratados com os seguintes medicamentos: alopurinol; esteróides anabolizantes; androgênicos; hormônios da tireóide; derivados do ácido propiônico; fenilbutazona, indometacina; tetraciclinas; ácido valpróico; tiouracil e sulfonamidas.
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Efeitos Colaterais de Estreptoquinase Streptonase

– Hemorragias: podem ser precipitadas principalmente em locais lesionados. Se ocorrerem tais hemorragias, medidas locais devem ser tomadas para controlar a hemorragia. A interrupção prematura da terapia não é necessária nestes casos. Foram relatadas hemorragias internas graves envolvendo localizações gastrintestinais, hepáticas, geniturinárias, retroperitoneais, ruptura esplênica e casos raros de hemorragia intracraniana com complicações (podendo ter resultado fatal). Durante o tratamento de infarto agudo do miocárdio podem ocorrer em casos isolados, hemorragias no pericárdio, incluindo ruptura miocárdica. Nas complicações hemorrágicas sérias pode ser administrado um inibidor de proteinase, por exemplo a aprotinina, nas doses: inicial 500.000 UIC por hora, ou se necessário, até 1.000.000 UIC seguida de 50.000 UIC por hora até a parada da hemorragia. Em seguida, é recomendável uma combinação com antifibrinolíticos sintéticos. – Reações alérgicas: Podem ocorrer reações imediatas – Reações alérgicas-anafiláticas e anafilactóides, respectivamente com rash, rubor, urticária, assim como dispnéia e broncoespasmo. Exantema generalizado pode ser geralmente tratado com corticosteróides por via intravenosa, Reações tardias: Em casos isolados doença do soro, artrite, vasculite, nefrite e sintomas neuroalérgicos (polineuropatia, por exemplo síndrome de Guillain- Barre) foram relatadas em coincidência temporal com a administração de estreptoquinase. Caso ocorra uma reação alérgica, a infusão deve ser descontinuada e o tratamento com corticosteróides, anti-histamínicos e, se necessário, adrenalina deve ser instituída. Após a descontinuação dos sintomas, o tratamento com Streptonase ou fibrinolíticos homólogos pode ser continuado. Para o tratamento de choque analfilático injetar imediatamente adrenalina por via intravenosa lentamente e adicionalmente altas doses de corticosteróides por injeção, restaurar o volume e oxigenar. – Outras reações: Pode-se observar ao início do tratamento queda na pressão arterial. taquicardia ou bradicardia, cefaléias ou dor nas costas, distúrbios gastrintestinais, dor muscular, calafrios e/ou aumento da temperatura, astenia,mal-estar, elevações transitórias das transaminases séricas, edema pulmonar.
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Posologia de Estreptoquinase Streptonase

Infarto agudo do miocárdio; Deve-se infundir 1.500.000 UI de estreptoquinase dentro de uma hora, Utilizando este esquema não é necessário qualquer teste de coagulação para monitorar o tratamento com a estreptoquinase. O tratamento deve ser iniciado o mais rápido possível após o aparecimento dos sintomas. Quanto mais precoce for o início do tratamento, maior será o benefício em reduzir a mortalidade. Se não for contra-indicado, é recomendável o uso concomitante do ácido acetilsalicílico 160 mg por via oral por dia, começando antes da infusão de estreptoquinase e continuando por mais um mês. Com este esquema, o ácido acetilsalicílico mostrou favorecer a redução da mortalidade, assim como o risco de reinfarto, sem um risco aumentado de reações adversas graves. A administração de agentes anticoagulantes imediatamente após a administração de estreptoquinase parece aumentar o risco de hemorragias sérias. O uso de anticoagulantes após administração de estreptoquinase ainda não mostrou ser benéfico. Para a administração intracoronária utilizar uma dose inicial de 20.000 UI de estreptoquinase e após infusão durante 30 a 90 minutos de 2.000 a 4.000 UI/min. Podem ser observados efeitos sistêmicos com a administração intracoronária. Trombose venosa profunda, embolia pulmonar e outras indicações: O tratamento com a estreptoquinase deve ser instituído tão logo seja possível após o aparecimento do evento trombótico. É improvável que o tratamento com a estreptoquinase seja benéfico se instituído 14 dias após o aparecimento da trombose venosa profunda; 6 a 8 horas após o aparecimento da oclusão arterial da artéria central da retina; 10 dias após o aparecimento da trombose venosa central da retina; 6 semanas em casos de oclusões arteriais crônicas. Trombólise a longo prazo: Em trombólise a longo prazo, os adultos devem receber uma dose inicial de 250.000 UI de estreptoquinase por infusão intravenosa durante um período de 30 minutos, seguido de uma dose de manutenção de 100.000 UI por hora. A duração do tratamento depende da resposta clínica, mas não deve exceder 12 horas para o tratamento da trombose dos vasos centrais da retina ou 5 dias em todas as outras indicações. A administração de estreptoquinase provoca diminuição acentuada do plasminogênio e no fibrinogênio, aumento do tempo de trombina, tempo de tromboplastina parcial ativada e tempo de protrombina. A heparina não deve ser instituída durante ou após a infusão de estreptoquinase até que o tempo de trombina ou o tempo de tromboplastina parcial ativada tenha atingido menos que 2 ou 1,5 vezes o valor de controle normal. Trombólise a curto prazo: Como uma alternativa para a lise a longo prazo, deve ser considerada a lise a curto prazo com altas doses de 1.500.000 UI de estreptoquinase por hora. Em pacientes com tromboses das artérias e veias periféricas pode ser administrada uma dose inicial de 250.000 UI em 30 minutos, seguida de dose de manutenção de 1.500.000 UI por hora, durante 6 horas. Se a trombólise não for completamente bem sucedida, o esquema de infusão de estreptoquinase de 6 horas pode ser repetido no dia seguinte. Entretanto, a repetição do tratamento não deve ser efetuada mais que 5 dias após a primeira aplicação. Trombólise local: Para a aplicação intraarterial de estreptoquinase, pacientes com trombose aguda, subaguda ou crônica ou embolia das artérias periféricas devem receber doses maciças de 1.000 a 2.000 UI de estreptoquinase, a intervalos de 3 a 5 minutos. A duração do tratamento depende do sucesso terapêutico. A dose total não deve exceder 120.000 UI de estreptoquinase. Cada aplicação de estreptoquinase local deve ser seguida de tratamento com heparina como uma proteção contra a trombose.
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