Bula Constante

Bula Cefariston
abril 28, 2017
Bula Mytedon
abril 28, 2017

Apresentação de Constante

Comprimido 0,25 mg: caixa com 20 e 30 comprimidos. Comprimido 0,50 mg: caixa com 20 e 30 comprimidos. Comprimido 1 mg: caixa com 20 e 30 comprimidos. USO ADULTO COMPOSIÇÃO: Comprimido Cada comprimido de 0,25mg contém: alprazolam …………………….. 0,25 mg Excipientes: dióxido de silício coloidal, docusato de sódio, benzoato de sódio, lactose monohidratada, azul de indigotina, amido, lactose, celulose microcristalina, estearato de magnésio. Cada comprimido de 0,50 mg contém: alprazolam…………………………… 0,50 mg Excipientes: dióxido de silício coloidal, docusato de sódio, benzoato de sódio, lactose monohidratada, óxido de ferro amarelo, amido, lactose, celulose microcristalina, estearato de magnésio. Cada comprimido de 1 mg contém: alprazolam1 mg Excipientes: dióxido de silício coloidal, docusato de sódio, benzoato de sódio, amido, lactose, celulose microcristalina, estearato de magnésio. INFORMAÇÕES AO PACIENTE AÇÃO ESPERADA DO MEDICAMENTO: Constante (alprazolam) é indicado no tratamento de transtornos de ansiedade. Constante não deve ser administrado como substituição do tratamento apropriado de psicose. Os sintomas de ansiedade podem incluir de forma variável: ansiedade, tensão, medo, apreensão, intranqüilidade, dificuldades de concentração, irritabilidade, insônia e/ou hiperatividade neurovegetativa (hiperatividade da inervação dos vasos que irrigam o sistema nervoso autônomo), resultando em manifestações somáticas variadas (diversas manifestações do organismo). Constante também é indicado no tratamento dos transtornos de ansiedade associados com outras manifestações como a abstinência ao álcool. Constante também está indicado no tratamento do transtorno do pânico, com ou sem agorafobia (temor irracional de deixar a família em casa), cuja principal característica é a crise de pânico não esperada, um ataque repentino de apreensão intensa, medo ou terror.

Informações sobre Constante

Constante (alprazolam) é indicado no tratamento de transtornos de ansiedade. Constante não deve ser administrado como substituição do tratamento apropriado de psicose. Os sintomas de ansiedade podem incluir de forma variável: ansiedade, tensão, medo, apreensão, intranqüilidade, dificuldades de concentração, irritabilidade, insônia e/ou hiperatividade neurovegetativa (hiperatividade da inervação dos vasos que irrigam o sistema nervoso autônomo), resultando em manifestações somáticas variadas (diversas manifestações do organismo). Constante também é indicado no tratamento dos transtornos de ansiedade associados com outras manifestações como a abstinência ao álcool. Constante também está indicado no tratamento do transtorno do pânico, com ou sem agorafobia (temor irracional de deixar a família em casa), cuja principal característica é a crise de pânico não esperada, um ataque repentino de apreensão intensa, medo ou terror.

Indicações de Constante

Constante (alprazolam) é indicado no tratamento de transtornos de ansiedade. Constante não deve ser administrado como substituição do tratamento apropriado de psicose. Os sintomas de ansiedade podem variavelmente incluir: ansiedade, tensão, medo, apreensão, intranqüilidade, dificuldades de concentração, irritabilidade, insônia e/ou hiperatividade neurovegetativa, resultando em manifestações somáticas variadas. Constante também é indicado no tratamento dos transtornos de ansiedade associados a outras manifestações como a abstinência ao álcool. Constante também está indicado no tratamento do transtorno do pânico, com ou sem agorafobia, cuja principal característica é a crise de pânico não esperada, um ataque súbito de apreensão intensa, medo ou terror.

Contra-indicações de Constante

O produto não deve ser usado por pacientes com hipersensibilidade aos componentes da fórmula e a outros benzodiazepínicos. Constante também não deve ser usado caso você tenha miastenia gravis (fraqueza muscular) ou glaucoma de ângulo estreito agudo (aumento da pressão dentro dos olhos). Recomenda-se que a dose de Constante seja limitada à menor dose eficaz. Portanto, não aumente a dose prescrita sem consultar seu médico, mesmo que você ache que o medicamento não está mais fazendo efeito. Durante a interrupção do tratamento com Constante, a dose deve ser reduzida lentamente, conforme orientação do seu médico. A redução da dose deve ser feita sob supervisão rigorosa e deve ser gradual. Os sintomas relacionados à interrupção repentina do medicamento incluem desde leve disforia (inquietação ou mal-estar provocado por ansiedade) e insônia (dificuldade para dormir) até um conjunto de sintomas mais importantes, que inclui cãibras musculares, cólicas abdominais, vômitos, sudorese (suor excessivo), tremores e convulsões. Podem também ocorrer crises epilépticas. Se você tem problemas renais (nos rins) ou hepáticos (no fígado) seu médico deve acompanhar seu tratamento adequadamente tomando os devidos cuidados. Habituação (consumo contínuo) e dependência emocional/física podem ocorrer com benzodiazepínicos, inclusive com Constante. Assim como com todos benzodiazepínicos, o risco de dependência aumenta com doses maiores e utilização por tempo prolongado e é ainda maior se você tem história de alcoolismo ou abuso de drogas. Seu médico deverá avaliar periodicamente se o tratamento com Constante está sendo adequado para você. Transtornos do pânico têm sido associados a alguns tipos de transtornos depressivos e a relatos aumentados de suicídio no caso de pacientes que não são tratados. Dessa forma, deve-se ter o mesmo cuidado quando doses mais altas de Constante forem utilizadas no tratamento de transtornos do pânico, assim como se tem com o uso de psicotrópicos para tratar pessoas com depressão ou pessoas em que há razões para se desconfiar de planos ou pensamentos não divulgados de cometer suicídio. A administração de Constante a pacientes suicidas ou gravemente deprimidos deve ser realizada com as devidas precauções utilizando as doses apropriadas prescritas pelo médico. O uso de Constante não foi estabelecido em certos tipos de depressão. Constante não deve ser usado como substituto do tratamento adequado para psicose (doença mental). Informe seu médico sobre qualquer medicamento que esteja usando, antes do início, ou durante o tratamento. Durante o tratamento o paciente não deve dirigir veículos ou operar máquinas, pois sua habilidade e atenção podem estar prejudicadas. NÃO TOME REMÉDIO SEM O CONHECIMENTO DO SEU MÉDICO, PODE SER PERIGOSO PARA SUA SAÚDE

Uso na gravidez de Constante

Este medicamento não deve ser utilizado por mulheres grávidas sem orientação médica. Informe imediatamente seu médico em caso de suspeita de gravidez. Informe seu médico a ocorrência de gravidez na vigência do tratamento ou após o seu término. Informe ao médico se está amamentando.

Interações medicamentosas de Constante

Os benzodiazepínicos, incluindo o alprazolam, produzem efeitos depressores aditivos do sistema nervoso central, quando co-administrados com álcool ou outros fármacos que produzem depressão do sistema nervoso central. Podem ocorrer interações farmacocinéticas quando alprazolam é administrado com fármacos que interferem no seu metabolismo. Compostos que inibem determinadas enzimas hepáticas (particularmente o citocromo P450 3A4) podem aumentar a concentração de alprazolam e acentuar sua atividade. Os dados obtidos a partir de estudos clínicos com alprazolam, estudos in vitro com alprazolam e estudos clínicos com fármacos metabolizados similarmente ao alprazolam mostram interações de variados graus e possibilidade de interação com alprazolam para uma quantidade de fármacos. Baseando-se no grau de interação e no tipo de dados disponíveis, recomenda-se o seguinte: – a co-administração de alprazolam com cetoconazol, itraconazol e outros antifúngicos azólicos não é recomendada; – recomenda-se cautela e consideração de redução de dose quando alprazolam é coadministrado com nefazodona, fluvoxamina e cimetidina; – também recomenda-se cautela quando alprazolam é co-administrado com fluoxetina, propoxifeno, anticoncepcionais orais, diltiazem, ou antibióticos macrolídeos como eritromicina e troleandomicina; – as interações envolvendo inibidores da protease do HIV (por exemplo, ritonavir) e alprazolam são complexas e dependentes do tempo. Baixas doses de ritonavir resultaram em grande alteração do clearance de alprazolam, prolongaram sua meia-vida de eliminação e aumentaram seus efeitos clínicos. No entanto, sob exposição prolongada ao ritonavir, o CYP3A compensou essa inibição. Essa interação torna necessário um ajuste de dose ou descontinuação do alprazolam.

Efeitos Colaterais de Constante

Informe ao seu médico o aparecimento de qualquer reação desagradável durante o tratamento com Constante (alprazolam). As reações mais comuns que podem ocorrer são: sedação/sonolência e sensação de cabeça vazia (confusão mental). As reações menos comum incluem visão turva, dor de cabeça, depressão, insônia (dificuldade para dormir), nervosismo/ansiedade, tremor, alteração do peso, comprometimento da memória/amnésia, ataxia (dificuldade em coordenar os movimentos)/falta de coordenação motora, vários sintomas gastrintestinais (do sistema digestivo), dermatite (inflamação da pele) e manifestações autonômicas (manifestações do sistema nervoso autônomo). Além dessas reações, os seguintes efeitos desagradáveis foram relatados associados ao uso de Constante: distonia (contração muscular prolongada), irritabilidade, anorexia (falta de apetite), fadiga (cansaço), fala pastosa, icterícia (deposição de pigmentos biliares na pele dando uma cor amarela intensa), fraqueza músculoesquelética, alterações da libido, irregularidades menstruais, incontinência urinária (dificuldade de controlar a urina), retenção urinária, função hepática anormal (problemas no fígado) e hiperprolactinemia (aumento da concentração sangüínea do hormônio prolactina, que estimula a secreção de leite). Raramente, relatou-se aumento da pressão intra-ocular (aumento da pressão dentro do olho). Como ocorre com outros benzodiazepínicos, raramente foram relatados dificuldades de concentração, confusão, alucinações, estimulação e efeitos adversos comportamentais como irritabilidade, agitação, raiva e comportamento agressivo. Foram relatados casos de irritabilidade, agressividade e pensamentos invasivos durante a interrupção da administração de Constante em pacientes com distúrbio de estresse pós-traumático. TODO MEDICAMENTO DEVE SER MANTIDO FORA DO ALCANCE DAS CRIANÇAS. INGESTÃO CONCOMITANTE COM OUTRAS SUBSTÂNCIAS: Não consuma bebidas alcoólicas durante o tratamento com Constante. Não use outros medicamentos depressores do sistema nervoso central durante o tratamento com Constante. Constante apresenta interações medicamentosas com uma variedade de outros medicamentos, por isso, informe ao seu médico se estiver tomando outros medicamentos durante o tratamento com Constante, tais como cetoconazol, itraconazol e outros agentes antifúngicos azólicos, nefazodona, fluvoxamina, cimetidina, fluoxetina, propoxifeno, anticoncepcionais orais, diltiazem, antibióticos macrolídeos (como eritromicina e troleandomicina) e inibidores da protease do HIV (um tipo de medicamento utilizado no tratamento da AIDS).

Posologia de Constante

Cada comprimido de 0,25 mg, 0,5 mg e 1,0 mg de Constante contém o equivalente a 0,25 mg, 0,5 mg e 1,0 mg de alprazolam, respectivamente. Uso em Adultos A dose ótima de Constante deve ser individualizada com base na gravidade dos sintomas e na resposta individual do paciente. A dose habitual (vide quadro) é suficiente para as necessidades da maioria dos pacientes. Nos pacientes que requeiram doses mais elevadas, essas deverão ser aumentadas com cautela, a fim de evitar reações adversas. Em geral, os pacientes que não tenham sido previamente tratados com medicamentos psicotrópicos necessitarão de doses menores que aqueles previamente tratados com tranqüilizantes menores, antidepressivos ou hipnóticos. Uso em Crianças A segurança e a eficácia de Constante em indivíduos com menos de 18 anos de idade não foram estabelecidas. Uso em Pacientes Idosos ou Debilitados Recomenda-se usar a menor dose eficaz para os pacientes idosos ou debilitados para evitar sedação excessiva ou ataxia (vide quadro). Duração do Tratamento Os dados disponíveis corroboram a utilização da medicação por até 6 meses para transtornos ansiosos e por até 8 meses no tratamento dos transtornos de pânico. Descontinuação do Tratamento Para descontinuar o tratamento com Constante, a dose deve ser reduzida lentamente, conforme prática médica adequada. É sugerido que a dose diária de Constante seja reduzida em não mais que 0,5 mg a cada 3 dias. Alguns pacientes podem necessitar de redução de dose ainda mais lenta. Dosagem Recomendada Indicação Transtornos de ansiedade Dose inicial* 0,25 mg a 0,5 mg, administradas três vezes ao dia Limites da dose habitual 0,5 a 4,0 mg ao dia, administrados em doses divididas Indicação Transtornos do pânico Dose inicial* 0,5 – 1,0 mg antes de dormir ou 0,5 mg, administradas três vezes ao dia Limites da dose habitual A dose deve ser ajustadaà resposta do paciente. Os ajustes de dose devem ser aumentados no máximo 1 mg a cada três a quatro dias. Com Constante, doses adicionais podem ser acrescentadas até que seja alcançada uma posologia de 3 ou 4 vezes diariamente. A dose média em um estudo multi-clínico foi 5,7 ± 2,27 mg com pacientes necessitando, ocasionalmente, de um máximo de 10 mg diariamente Indicação Pacientes geriátricos ou na presença de condições debilitantes Dose inicial* 0,25 mg administradas duas ou três vezes ao dia Limites da dose habitual 0,5 a 0,75 mg ao dia, administrados em doses divididas; poderão ser gradualmente aumentadas se necessário e tolerado *Se ocorrerem efeitos colaterais, a dose deve ser diminuída. Dose Omitida Caso o paciente esqueça de administrar Constante no horário estabelecido, deve fazê-lo assim que lembrar. Entretanto, se já estiver perto do horário de administrar a próxima dose, deve desconsiderar a dose esquecida e utilizar a próxima. Neste caso, o paciente não deve utilizar a dose duplicada para compensar doses esquecidas. O esquecimento de dose pode comprometer a eficácia do tratamento.